Crônicas Os textos desta seção estão resguardados pela licença Common Rights. Uma tradução em português é disponibilizada no final da licença. De uma maneira geral você não poderá vender nem modificar os textos desta seção ficando a sua distribuição livre. Eu não me responsabilizo pelas consequências do uso das informações contidas nestes textos e nem dou garantia e nem suporte de espécie alguma. Em Crônicas Urbanas comecei a contar as histórias que minha memória alcança. Muita coisa perdeu-se nas brumas do tempo. São dramas e comédias produzidas por estas grandes aglomerações humanas que são as cidades modernas. No início de 2005 estive em Extrema-MG no sítio de diletos amigos que há muito não via. Tive um experiência interessante com uma simpática anciã. Confira em Um Homem do Século XIX. Em Dolores conto as peripécias de um cidadão urbano que arrematou uma vaca num leilão para criar em casa. No quintal da casa dele! Não gosto muito de balé. Talvez, uma deformação de minha formação. Sempre o associei com um certo pedantismo misturado com baitolagem. Reflexo de meu machismo. Entretanto, faz alguns anos que assisti a um espetáculo do Edisca, lá no Parque do Cocó. De lá prá cá, fico esperto com as apresentações do grupo. O último foi o Demoana. Não resisti e fiz uma pequena crítica ao mesmo. Esta crônica A Batalha do Canal vai para o meu amigo Rafa. Ele pediu-me para não contar-lhe mais a história e aí, eu senti pena dêle. É que a minha memória estava ficando muito difusa e hora eu interpolava um dado que eu tinha esquecido, hora eu esquecia de outro. Enfim, resolvi fixá-la como ficção (ela está tão longe no tempo que realmente eu não sei mais se aconteceu) e não contá-la oralmente mais para ninguém. Hoje, 05/11/2005, fui ao encontro de velhos camaradas. E me comprometi com eles de abrir um canal nesta página para que nos reencontremos mais vezes. Andamos muito nestes 26 anos quando nos vimos pela primeira vez no pátio do 10º GAC aqui em Fortaleza. Talvez, entre eles todos, eu fosse o único que não queria estar alí. Eu tentei aplicar um golpe no exército brasileiro e me dei mau. Mas, isto é uma história que vou contar em NPOR: A versão do Emilio. Convido aos outros que façam sua versão e me mandem por e-mail para eu anexar aqui. Por favor, seus mocorongos escrevam suas histórias no Notepad e enviem-nas como arquivos .TXT. Deixem que eu faço a diagramação aqui. Não mandem arquivos .DOC, pois eu não tenho o Microsoft Word. Neste meio tempo, vou turbinar a página para que ela seja mais acessível para aqueles que não estejam em Fortaleza, abrindo um link para que só o grupo possa entrar. O Pequeno e o Flexa da turma de 1980 estiveram conosco. Se der eu abrirei um link para eles também, pois seria bom rever aquela simpatia que é o Feitosa. Para o momento é só. Mando um abraço fraterno para os vivos e, em especial, uma mensagem de saudades bem como uma oração para o mocorongo Chaves e para o pé-de-poeira Ricardo,- irmão do nosso querido Marcos-, que nos deixaram já faz um tempo.  This work is licensed under a Creative Commons License. |